"VIR A SER...

Eu procuro por mim.
Eu procuro por tudo o que é meu
e que em mim se esconde.
Eu procuro por um saber
que ainda não sei,
mas que de alguma forma já sabe em mim.
Eu sou assim...
processo constante de vir a ser.
O que sou e ainda serei
são verbos que se conjugam
sob áurea de um mistério fascinante.
Eu me recebo de Deus e a Ele me devolvo.
Movimento que não termina
porque terminar é o mesmo que deixar de ser.
Eu sou o que sou na medida em que
me permito ser.
E quando não sou é porque o ser eu não
soube escolher."

Pe. Fábio de Melo.

Retirado do livro: "Quem me roubou de mim? - O sequestro da subjetividade e o desafio de ser pessoa."

Nunca fui como todos
Nunca tive muitos amigos
Nunca fui favorita
Nunca fui o que meus pais queriam
Nunca tive alguém que amasse
Mas tive somente a mim
A minha absoluta verdade
Meu verdadeiro pensamento
O meu conforto nas horas de sofrimento
não vivo sozinha porque gosto
e sim porque aprendi a ser só...

Florbela Espanca


"Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes… tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer: - E daí? Eu adoro voar!
Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre... "

(Clarice Lispector)
 



“Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.
Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [...] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.”


"Por te falar eu te assustarei e te perderei? Mas se eu não falar eu me perderei, e por me perder eu te perderia."

(Clarice Lispector )



Eu tenho medo. Mas não tenho medo de ter medo.
Medo é o avesso da coragem. É por meio dele que eu alcanço algumas vitórias. Quem não tem medo corre o risco de se tornar um herói sem graça, pronto demais. A vida é bonita justamente por ser inacabada.
A metade que falta, o detalhe que ainda não alcançamos, o objetivo que ainda está pela metade. Tudo se torna mais bonito quando visto do avesso.
Os medos também. Há muitos tipos e estão por toda parte: medo de não vencer, de não chegar, de não saber, de não consequir, de subir a escada, de errar no tempero, de perder, de morrer...
O avesso do medo é o cuidado redobrado, porque quem tem medo, cuida. Não se expõe ao perigo, mas resguarda.
O medo é bom, porque não nos enche de falsa coragem. O medo nos torna reais, nos mostra quem somos, mensura o tamanho de nossas pernas...
O medo nos coloca no nosso lugar e nos prepara para o sorriso do pódio. Há medos que nos paralisam. São temores doentios.
Eles nos entorpecem, nos amarram e precisam ser vencidos. Precisam ser olhados de frente, para que voltem à condição de medo, apenas...
Medo saudável. Medo que me faz ser humano na medida certa, porque no humano bem medido, o divino prevalece. Só isso.
O resto é lição que a lousa da vida espera por ser escrita.

Texto Jornal O Dia - 24/01/2010. Pe. Fábio de Melo
Frases de Clarice Lispector...


Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.


Que ninguém se engane, só se consegue a simplicidade através de muito trabalho.


Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida.


É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo.


Sou como você me vê.
Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
Depende de quando e como você me vê passar.








Sem Enfeite Nenhum
Adélia Prado

A mãe era desse jeito: só ia em missa das cinco, por causa de os gatos no escuro serem pardos. Cinema, só uma vez, quando passou os Milagres do padre Antônio em Urucânia. Desde aí, falava sempre, excitada nos olhos, apressada no cacoete dela de enrolar um cacho de cabelo: se eu fosse lá, quem sabe?

Sofria palpitação e tonteira, lembro dela caindo na beira do tanque, o vulto dobrado em arco, gente afobada em volta, cheiro de alcanfor.

Quando comecei a empinar as blusas com o estufadinho dos peitos, o pai  chegou pra almoçar, estudando terreno, e anunciou com a voz que fazia nessas ocasiões, meio saliente: companheiro meu tá vendendo um relogim que é uma gracinha, pulseirinha de crom', danado de bom pra do Carmo. Ela foi logo emendando: tristeza, relógio de pulso e vestido de bolér. Nem bolero ela falou direito de tanta antipatia. Foi água na fervura minha e do pai.

Vivia repetindo que era graça de Deus se a gente fosse tudo pra um convento e várias vezes por dia era isto: meu Jesus, misericórdia... A senhora tá triste, mãe? eu falava. Não, tou só pedindo a Deus pra ter dó de nós.

Tinha muito medo da morte repentina e pra se livrar dela, fazia as nove primeiras sextas-feiras, emendadas. De defunto não tinha medo, só de gente viva, conforme dizia. Agora, da perdição eterna, tinha horror, pra ela e pros outros.

Quando a Ricardina começou a morrer, no Beco atrás da nossa casa,   ela me chamou com a voz alterada: vai lá, a Ricardina tá morrendo, coitada,  que Deus perdoe ela, corre lá, quem sabe ainda dá tempo de chamar o padre, falava de arranco, querendo chorar, apavorada: que Deus perdoe ela, ficou falando sem coragem de aluir do lugar.

Mas a Ricardina era de impressionar mesmo, imagina que falou pra mãe, uma vez, que não podia ver nem cueca de homem que ela ficava doida.  Foi mais por isso que ela ficou daquele jeito, rezando pra salvação da alma da Ricardina.

Era a mulher mais difícil a mãe. Difícil, assim, de ser agradada. Gostava que eu tirasse só dez e primeiro lugar. Pra essas coisas não poupava, era pasta de primeira, caixa com doze lápis e uniforme mandado plissar. Acho mesmo que meia razão ela teve no caso do relógio, luxo bobo, pra quem só tinha um vestido de sair.

Rodeava a gente estudar e um dia falou abrupto, por causa do esforço de vencer a vergonha: me dá seus lápis de cor. Foi falando e colorindo laranjado, uma rosa geométrica: cê põe muita força no lápis, se eu tivesse seu tempo, ninguém na escola me passava, inteligência não é estudar, por exemplo falar você em vez de cê, é   tão mais bonito, é só  acostumar. Quando o coração da gente dispara e a gente fala cortado, era desse jeito que tava a voz da mãe.

Achava estudo a coisa mais fina e inteligente era mesmo, demais até, pensava com a maior rapidez. Gostava de ler de noite, em voz alta, com tia Santa, os livros da Pia Biblioteca, e de um não esqueci, pois ela insistia com gosto no titulo dele, em latim: Máguina pecatrís. Falava era antusiasmo e nunca tive coragem de corrigir, porque toda vez que tava muito alegre, feito naquela hora, desenhando, feito no dia de noite, o pai fazendo serão, ela falou: coitado, até essa hora no serviço pesado.

Não estava gostando nem um pouquinho do desenho, mas nem que eu falava. Com tanta satisfação ela passava o lápis, que eu fiquei foi aflita, como sempre que uma coisa boa acontecia.

Bom também era ver ela passando creme Marsílea no rosto e Antissardina n° 3, se sacudindo de rir depois, com a cara toda empolada. Sua mãe é bonita, me falaram na escola. E era mesmo, o olho meio verde.

Tinha um vestido de seda branco e preto e um mantô cinzentado que ela gostava demais.

Dia ruim foi quando o pai entestou de dar um par de sapato pra ela. Foi três vezes na loja e ela botando defeito, achando o modelo jeca, a cor regalada, achando aquilo uma desgraça e que o pai tinha era umas bobagens. Foi até ele enfezar e arrebentar com o trem, de tanta raiva e mágoa.

Mas sapato é sapato, pior foi com o crucifixo. O pai, voltando de cumprir promessa em Congonhas do Campo, trouxe de presente pra ela um crucifixo torneadinho, o cordão de pendurar, com bambolim nas pontas, a maior gracinha. Ela desembrulhou e falou assim: bonito, mas eu preferia mais se fosse uma cruz simples, sem enfeite nenhum.

Morreu sem fazer trinta e cinco anos, da morte mais agoniada, encomendando com a maior coragem: a oração dos agonizantes, reza aí pra mim, gente.
Fiquei hipnotizada, olhando a mãe. Já no caixão, tinha a cara severa de quem sente dor forte, igualzinho no dia que o João Antônio nasceu. Entrei no quarto querendo festejar e falei sem graça: a cara da senhora, parece que tá com raiva, mãe.

O Senhor te abençoe e te guarde,
Volva a ti o Seu Rosto e se compadeça de ti,
O Senhor te dê a Paz.


Esta é a bênção de São Francisco, que foi abrandando o rosto dela, descansando, descansando, até como ficou, quase entusiasmado.


Era raiva não. Era marca de dor.


Texto publicado em "Prosa Reunida", Editora Siciliano - São Paulo, 1999, foi incluído por Ítalo Moriconi no livro "Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século", Editora Objetiva - Rio de Janeiro, 2000, pág. 349.

"Não se preocupe em entender, viver ultrapassa todo o entedimento"

"Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo."

Clarice Lispector

“...Quem gosta de viver não tem preguiça de reinventar, nem medo de ousar. Quem gosta de viver não tem medo de ternura, da gentileza, do amor. Quem gosta de viver, educa!...”

Palavras - bom seria que a reflexão viesse antes da ação. Discursos vazios continuam preenchendo, enchendo...

Mora em cada ser humano uma centelha de amor ... a arte é sua manifestação mais pura.

Sonho com um Brasil transformado pela educação...pontes e não muros! Sem preconceitos. O conhecimento é passaporte para a liberdade.

O ódio que você alimenta com tanto cuidado só faz mal para você mesmo. Deixe disso. Permita que o amanhã chegue mais cedo.

Diante dos erros não podemos desanimar... é preciso acreditar que a essência humana é boa. O problema é que as vezes ela fica escondida.

E que amanhã nossas forças nos convidem a uma nova jornada. E que a ternura seja nossa companheira...
(Gabriel Chalita)

MAIS OU MENOS

Hoje em dia a cultura do “mais ou menos” está crescendo entre nós. Podemos observar isso quando perguntamos a alguém como vai você? E a pessoa responde: mais ou menos! Como vai sua esposa? Mais ou menos! Como vai seu marido? Mais ou menos! Como vai a faculdade? Mais ou menos! Como vai o trabalho? Mais ou menos!

A gente vai ficando assim porque aos poucos a gente vai se acostumando a ser mais ou menos porque a preguiça de ser mais ou menos toma conta de nós.

A coisa pior que existe nesse mundo é a gente amar mais ou menos. Por exemplo: Quem paquera mais ou menos, quem ama mais ou menos, quem casa mais ou menos, vive mais ou menos e depois vai embora quando menos você espera.

Gente que vive mais ou menos é uma praga no mundo de hoje. E a gente precisa tomar conta pra essa praga não tomar conta do nosso coração. Porque a gente começa se jogar pra baixo e daqui a pouco tudo a gente faz na perspectiva do mais ou menos.

Você não merece ser mais ou menos. Merece? Você nasceu pra ser mais ou menos? Não!

Então você tem que se empenhar ao máximo pra que você possa extrair no ser humano todo o potencial que você traz dentro de você, porque não você corre o risco de viver igual ao rapazinho mais ou menos que é o personagem dessa música que cantei.

A gente até canta sorrindo. Mas se prestarmos atenção nessa letra, não podemos sorrir: “eu tenho andando tão sozinho ultimamente, que nem vejo em minha frente, nada que me dê prazer. E vejo cada vez mais longe a felicidade, vejo em minha mocidade, tanto sonho perecer.”

É mais ou menos mesmo! Só que o autor teve uma idéia brilhante fez a estrofe mais ou menos, mas o refrão cheio de esperança. Onde dá para sorrir: “eu queria ter na vida simplesmente, um lugar de mato verde, pra plantar e pra colher. Ter uma casinha branca de varanda, com um quintal e uma janela, só pra ver o sol nascer.”

Aí é que fica interessante a história, sabe porque? O que faz o homem, essa criatura sair da cultura mais ou menos não são grandes projetos. Nunca ninguém veio chorar para mim, dizendo: Padre, eu nunca tive um iate, minha vida não dá certo! Mas já vi muita gente vir chorar no meu ombro por questões tão menores. Padre a quanto tempo eu não recebo um abraço do meu pai... Há quanto tempo eu não consigo olhar nos olhos dele... Quanto tempo eu não sei o que é felicidade dentro de casa... Há quanto tempo eu não sei o que é ser amado de verdade, por alguém que tenha me escolhido e me elegido e me tratado como se eu fosse o único nesse mundo. Há quanto tempo.

E aí a gente começa a perceber que a gente vai se tornando mais ou menos porque colocamos atenção nas grandes coisas e esquecemos daquilo que é o menor de todo o dia. E as vezes nós vamos perdendo o poder de perceber aqueles que estão ao nosso lado. A gente vai perdendo o poder de conquistar o que estão do nosso lado. O verbo chave de toda existência deve ser vc conquistar. Porque ou vc conquista todos os dias ou você perde.

Nas nossas relações humanas não são garantias que nós sejamos um para o outro para a vida inteira, não!

Quem disse que esse menino que saiu de sua barriga é seu filho? Ou você conquista ele todos os dias, ou daqui a pouco ele se transforma num parente seu. Ou você conquista esse irmão todos os dias, ou daqui a pouco são apenas conhecidos, nasceram da mesma barriga, mas porque perderam a oportunidade de se conquistarem, ou porque vocês foram irmãos mais ou menos, ou porque você foi um pai, uma mãe mais ou menos, a gente deixou de cuidar daquilo que era o essencial dentro da nossa casa.

A gente deixou de perceber o que o outro estava vivendo, o que estava sentindo...

Cordas invisíveis são colocadas todos os dias nos pescoços de quem estão do nosso lado e a gente não está percebendo. E quando a gente menos imagina elas estão penduradas e sem vida. Porque faltou a ocasião de nós olharmos nos olhos e de perceber que existia uma infelicidade, que foi sendo juntada a outra e a outra e aí o sentido da vida foi embora.

As vezes o filho está sentado do outro lado da mesa, mas é mais fácil pegar um avião e ir até Manaus e voltar do que atravessar a pequena distância da mesa. A gente não está acostumado a andar pequenas distâncias. Porque nós estamos acostumados a a viver com pressa.

A gente deixou de olhar as pessoas que amamos com calma, a gente olha com pressa o tempo todo. E quem olha com pressa não percebe a corda invisível que está sendo colocada no pescoço de quem a gente ama e depois quando eles morrem, quando eles vão embora de maneira muito trágica, a gente se pergunta:

Como é que eu não percebi antes? Com é que eu não fiz algo por ele?

Porque você estava olhando com pressa demais. Você estava indo atrás de grandes coisas. Você estava investindo seu dinheiro e seu tempo em construção de casas, achando que um lar, é uma junção de paredes onde as pessoas se escondem ali dentro...

Não! Casa antes de ser parede, é construção humana. Você pode ser o homem mais bem sucedido na história da economia, mas se você não conseguir colocar um sorriso nos filhos que você gera, você é um incompetente!

E não adianta você se vangloriar da conta bancária que você tem, se na vida de seus filhos você não deixou uma riqueza maior que dinheiro não pode comprar e que a vida não pode nos fazer esquecer.

E geralmente pessoas que são ricas de afeto, pessoas que não foram economizadas na capacidade de amar dentro de casa, dificilmente penduram-se numa corda. Muitas vezes um filho que se mata, é um atestado da nossa incapacidade de sermos amigos, um atestado na nossa incapacidade de sermos pai e mãe, da incapacidade de sermos irmãos.

Por isso, olhe bem para quem está do seu lado. Ame como se hoje fosse o último dia da sua vida. Porque essa é a maior responsabilidade que nós temos.

Sua casa será mais feliz, a medida em que você tiver tempo para olhar aqueles que você ama. E se você perceber que está sendo colocada cordas invisíveis, ajude a retirar, antes que essa corda, vire de verdade e não se tenha mais tempo de fazer nada.

Pe. Fábio de Melo.
No silêncio do coração...

Refletindo sobre essa frase...

"Não diga as coisas com pressa. Mais vale um silêncio certo que uma palavra errada. Demora naquilo que você precisa dizer. Livre-se da pressa de querer dar ordens ao mundo. É mais fácil a gente se arrepender de uma palavra que de um silêncio. Palavra errada, na hora errada, pode se transformar em ferida naquele que disse, e também naquele que ouviu. Em muitos momentos da vida o silêncio é a resposta mais sábia que podemos dar a alguém." (Pe. Fabio de Melo)
FELIZ 2010 !!!!!!!


"Às vezes o propósito de Deus não é do jeito que a gente espera... Às vezes, Ele nos permite até chorar e ter que enfrentar a guerra... A gente só precisa entender que Deus prova aqueles que são escolhidos!
Deus pode permitir o choro, mas depois consola.
Pode permitir a dor, mas depois Ele cura.
Pode permitir a prova, mas a recompensa chega no final.
Deus pode permitir a queda, mas depois levanta.
Pode permitir a luta, mas depois sempre chega com vitória.
A tua vida está no controle de Deus.
Tua casa está no controle de Deus.
Suas promessas Deus tem guardado na palma da mão.
Então descanse o seu coração e creia que em tempo oportuno as coisas vão se encaixar!
Porque Deus não começa pra não terminar!"

Padre Fábio de Melo